Curú Wildlife Refuge

Sobre Nós

O Refúgio Nacional de Vida Silvestre e a fazenda de Curú estão localizados no sul da Península de Nicoya, no noroeste da Costa Rica. A área é repleta de vida selvagem e abriga uma das praias e baías protegidas mais bonitas da península. O local oferece fácil acesso para observar algumas das espécies mais procuradas, como o macaco-prego-de-cara-branca, o macaco-aranha, a arara-vermelha, o veado-de-cauda-branca, o cateto, o quati, o guaxinim, o coiote, iguanas e centenas de espécies de aves tropicais e migratórias.

Curú abriga o primeiro Refúgio Nacional de Vida Silvestre particular da Costa Rica e é um exemplo de programa de desenvolvimento sustentável bem-sucedido. A fazenda ainda mantém um pequeno rebanho de gado e produz frutas tropicais, como manga, todos os anos. No entanto, hoje o foco de Curú está no turismo e nas visitas de grupos escolares e pesquisadores. O Refúgio e a fazenda de Curú são administrados de forma sustentável para gerar lucro e emprego local, ao mesmo tempo em que protegem seus habitats ameaçados e em perigo, como manguezais, florestas tropicais úmidas e secas, e recifes de coral.

Nossa História

Curú foi fundada em 1933 por Federico Schutt de la Croix. A área foi transformada em um projeto de desenvolvimento sustentável de múltiplos usos, que incluía extração seletiva de madeira e atividades agrícolas como arroz, feijão, milho, banana-da-terra e, mais tarde, manga e plantações de teca. A pecuária também se tornou uma atividade importante, mas a agricultura foi posteriormente reduzida à medida que os esforços de conservação e ecoturismo foram implementados.

Em 1981, recebeu do governo costarriquenho o status de proteção de suas florestas e manguezais. Em 1983, Curú se tornou o primeiro Refúgio Nacional de Vida Silvestre particular da Costa Rica. A família Schutt Valle, que administra o Refúgio e a fazenda de Curú, transformou a área em um destino de ecoturismo e um centro de pesquisa para estudantes e cientistas da Costa Rica e do mundo todo.

Nosso Refúgio

O refúgio cobre um total de 1.496 hectares de floresta protegida, pastagens e litoral.

Área Total
1.496 hectares
Floresta Protegida
1.100 ha

75% do refúgio

Pastagem e Agricultura
312 ha

20% do refúgio

Núcleo do Refúgio
84 ha

5% do refúgio

Há várias trilhas espalhadas pelo refúgio, de curtas e fáceis a longas e bastante exigentes.

Há várias trilhas espalhadas pelo refúgio, de curtas e fáceis a longas e exigentes. O Sendero Finca de Los Monos é uma das melhores para observar aves e pequenos mamíferos. O melhor horário para observação de aves é bem cedo pela manhã ou ao entardecer, algo possível para quem se hospeda em uma das cabanas. Visitantes de um dia só devem procurar aves entre 7h e 9h e entre 15h e 16h. Algumas trilhas estão temporariamente fechadas devido a deslizamentos de terra — o status atual está detalhado abaixo.

  • Sendero Quesera

    Uma caminhada exigente até a Praia Quesera, uma das praias protegidas do refúgio. Reserva obrigatória — ligue para o escritório.

    5,1 km1h30 só idaExigente

    Reserva obrigatória

  • Sendero Finca de Los Monos

    Uma das melhores trilhas para observar aves e pequenos mamíferos.

    2,08 km1h30Fácil

    A melhor observação de aves é bem cedo pela manhã ou ao entardecer — possível para hóspedes das cabanas. Visitantes de um dia só devem procurar aves entre 7h e 9h e entre 15h e 16h.

  • Sendero Cangrejal

    Antes chamada de Sendero la Laguna — uma caminhada fácil próxima ao estuário.

    1,086 km45 minutos (ida e volta)Fácil

  • Sendero Ceiba

    Uma trilha fácil pela floresta.

    2,64 km1h30Fácil

  • Sendero Toledo

    Um circuito fácil e mais curto pela floresta.

    1,2 km45 minutos (ida e volta)Fácil

  • Sendero al Puente Colgante del Estuario

    Uma caminhada curta até a ponte suspensa do estuário — também o início da trilha Finca de Los Monos.

    450 m20 minutos (ida e volta)Fácil

  • Sendero Mirador

    Uma subida exigente em seus últimos 200 metros. A conexão com Poza Colorada está atualmente fechada por deslizamentos de terra.

    770 m30 minutosExigente

  • Sendero Killer

    Fechada

    Temporariamente fechada por deslizamentos de terra.

  • Sendero Avispero

    Fechada

    Temporariamente fechada por deslizamentos de terra.

  • Estrada de entrada para a praia

    A estrada principal que vai do portão de entrada até a praia.

Nossas Espécies

Curú abriga uma diversidade excepcional de aves, mamíferos, répteis e plantas.

Espécies de Aves
232
Espécies de Mamíferos
78
Espécies de Répteis
87
Espécies de Plantas
500+

Aves

Periquito-testa-laranja, Papagaio-de-nuca-amarela, Arara-vermelha, Rendeiro-de-cauda-longa, Pica-pau-de-topete, Pica-pau-de-bico-claro, Pica-pau-de-hoffmann, Águia-pesqueira, Gavião-preto, Choca-barrada, Udu-de-coroa-azul, Udu-de-sobrancelha-turquesa, Surucuá-de-cabeça-preta, Surucuá-violáceo, Surucuá-elegante, Pelicano-pardo, Carcará, Papa-moscas, Saíras (tangarás), Urubus, Garças, Aves canoras e limícolas migratórias (várias espécies).

Mamíferos

Macaco-prego-de-cara-branca, Macaco-aranha, Bugio (Macaco-uivador), Guaxinim, Quati, Esquilos, Tamanduá, Veado-de-cauda-branca, Tatu, Irara, Cateto (Pecari-de-colar), Gato-maracajá, Puma (Onça-parda), Jaritataca, Jupará.

Projetos de Conservação

Reintrodução da Arara-Vermelha(1999)

Em 1999, a Amigos de las Aves, uma organização costarriquenha de conservação, iniciou em Curú um programa de restauração da Arara-Vermelha (Ara macao).

Restauração e Conservação de Recifes de Coral(2002)

Em 2002, um novo recife de coral da espécie Psammocora stellata foi descoberto na Baía de Curú. Esse recife é um dos apenas três recifes de Psammocora conhecidos em toda a Costa Rica.

Soltura de Macacos-Aranha

O projeto Set Us Free inclui a reintrodução do macaco-aranha (Ateles geoffroyi) em uma área remota do refúgio de vida silvestre.

Oportunidades de Pesquisa

O Refúgio e a Hacienda Curú oferecem uma ótima oportunidade para grupos escolares e pesquisadores (independentes ou vinculados a uma escola ou universidade) realizarem estudos em um ambiente de floresta tropical e praia. A acessibilidade do local, um extenso sistema de trilhas, uma grande baía protegida e praias intocadas — junto com altas densidades de vida selvagem terrestre e marinha — tornam este um cenário ideal para estudantes do ensino médio, graduação e pós-graduação realizarem pesquisas de curso ou de tese. Curú também é um lugar ideal para grupos escolares fazerem cursos de ecologia tropical, biologia e estudos ambientais. Muitos estudantes e grupos costarriquenhos e internacionais têm aproveitado a fácil acessibilidade de Curú a partir de San José e Puntarenas, além de seus habitats de floresta seca, úmida e marinha na Península de Nicoya, para realizar pesquisas e aulas. As pesquisas atuais e passadas têm se concentrado na ecologia do macaco-prego-de-cara-branca e do bugio, na ecologia de várias outras espécies de mamíferos, nas araras-vermelhas e papagaios, nas aves migratórias, na ecologia florestal e, no ambiente marinho, na diversidade de peixes, no mapeamento de recifes de coral e no levantamento de invertebrados marinhos.

Como Chegar

  1. 1. De Ônibus Direto

    Um ônibus público direto sai de San José duas vezes ao dia, às 6h e às 14h, via a balsa de Paquera. Peça ao motorista para deixá-lo na entrada de Curú.

  2. 2. De Ônibus, Táxi e Balsa

    Ônibus públicos saem de San José regularmente e deixam os passageiros em Puntarenas. De lá, pegue um táxi até a balsa de Paquera. Ao chegar em Paquera, pegue outro ônibus público e peça ao motorista para parar na entrada de Curú. Consulte a página do Facebook da Transportes Cóbano para o horário atual.

    Página do Facebook da Transportes Cóbano

  3. 3. De Carro a Partir de San José

    Dirija até Puntarenas (2 a 3 horas dependendo do trânsito), pegue a balsa até Paquera (1 a 1h30) e depois dirija até a entrada de Curú (30 minutos). A entrada ficará do lado esquerdo.

    Naviera Tambor

  4. 4. De Avião

    Voe até o aeroporto de Tambor (25 minutos de San José) e depois dirija até a entrada de Curú (20 minutos).